domingo, 24 de fevereiro de 2013

veja bem, foi você, a razão e o porquê...


Hoje é dia de nostalgia, bebê! cry

   Bem, hoje eu acordei pra um dia que não me pertenceu. Me irritei muito com alguns problemas, ouvi coisas que não gostaria e lembrei de coisas que não acrescentam muito, sabe. É complicado, nesses dias só quero ficar inacessível na minha bolha sem internet e com meus fones de ouvido, entendem?
   É engraçado o quanto você se apega a uma pessoa sem nunca ter ouvido a voz, sentido o calor, rindo com o sorriso... Essas coisas. Acredito que não seja só comigo. Sempre fui seguidora do "desapego", colocá-lo em prática é muito fácil. Com quem você não ama. Seja amigo, namorado ou família. Falar "pega e desapega" é foda, é fácil pra caramba... mas desapegar? É uma arte para os fortes.
   Existe uma coisa chamada "amor mal curado". Considero esse o pior sentimento de todos, sinceramente. Cara, a outra pessoa (muitas vezes) tá vivendo a vida dela, sabe. Está conhecendo novas pessoas, novos amores e você prevalecendo na merda. É complicado, parceiro... Você vive uma história foda sabe, e simplismente dar um basta, não viver o fim?
    Eu (sinceramente) não sei o que estou sentindo. Não sei se ainda amo ou se apenas sinto muita saudade. Se me apeguei demais aos momentos, os trejeitos, o cheiro, o jeito de mexer no cabelo, a maneira de falar, o sorriso cafajeste, do toque impecável... Eu não sei! E o que me mata é não saber. Depois de tanto tempo ainda gelar quando eu vejo, sabe. Ficar nervosa. Deus. Me. Ajuda.
    Mas no fundo no fundo, acho que tudo é confusão da minha cabeça. Eu não sinto saudades e não estou triste por ter ouvido coisas que não gostei hoje e sim porque hoje é meu dia de ficar triste. Será? Enfim. Eu sou mesmo muito metamorfose. Me apegar ou não me apegar? Ser intensa ou não? Confiar ou não? A vida já me deu muita dessas respostas. É por isso, que a cada dia, mais máscaras caem. Pessoas que dizem uma coisa e são outra. 
    O que eu quero mesmo são mais amores como aquele, que me deram a possibilidade de lembrar com o sorriso no rosto e pensando: "Que pena! Acabou tão rápido". Provas de que valeu a pena me esforçar, me apegar e muitas vezes ser boba. Eu fui a boba mais feliz do mundo. E tenho dito.

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